quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Noticias da Gastronomia

Turistas de cruzeiro marítimo se encantam com a culinária alagoana 

A gastronomia de Maceió continua competindo com suas belas praias, pois, na opinião do paranaense Fábio Abila, subchef do navio Costa Fortuna, a orla e a culinária da cidade são os principais atrativos turísticos da capital alagoana.
Abila é um dos 955 tripulantes do navio que atracou na quarta-feira (23) no Porto de Maceió. O Costa Fortuna partiu da cidade paulista de Santos com destino a Veneza, na Itália, trazendo a bordo 2.649 turistas. A embarcação também atracou nos portos do Rio de Janeiro, Ilhéus, Salvador e Recife.

Na capital alagoana, um grupo de tripulantes, liderado pelo chef do Fortuna, José Ricardo, escolheu curtir a folga do trabalho no Restaurante Picuí, do chef Wanderson Medeiros, para saborear um roteiro da gastronomia alagoana.

“Conheci o chef Wanderson no Cruzeiro Gourmet do Fortuna, no qual trabalhamos juntos para preparar a carne de sol que foi um dos pratos mais solicitados no navio. Os turistas, a maioria de origem estrangeira, amam a culinária brasileira, e Wanderson faz muito bem”, disse o chef José Ricardo. Já o tripulante Nelson Baroni, que trabalha no shopping do cruzeiro, completou que, durante as compras, os turistas não paravam de comentar sobre a carne de sol preparada pelo chef Wanderson.

Para a secretária municipal de Promoção do Turismo, Claudia Pessôa, a gastronomia de Maceió é um roteiro turístico consolidado. “Levar a comida nordestina para o cruzeiro é marketing não apenas para a região, mas em especial para Alagoas, porque o restaurante do chef Wanderson Medeiros funciona em Maceió, e ele divulga a nossa cidade com muito sabor e criatividade”, disse Claudia.

O chef Wanderson preparou 700 quilos de carne de sol. Na receita, a iguaria nordestina é regada com manteiga de garrafa e servida com purê de jerimum e batata-doce chip. Já o chef Guga (segundo lugar no concurso Superchef do programa da apresentadora Ana Maria Braga), também convidado do cruzeiro, preparou o filé de filhote ao molho de açaí com creme de mandioquinha e pesto de castanha de caju.


por Secom Maceió / Sex, 25 de Março de 2011 23:13 Divulgação 

Fonte:  http://www.coisasdemaceio.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=369:turistas-de-cruzeiro-maritimo-se-encantam-com-a-culinaria-alagoana&catid=37:turismo&Itemid=397 


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Notícias da Gastronomia - Você sabia?

Você sabia que existe um evento chamado Festival Brasil Sabor que está na 6º edição, no qual, vários bares e restaurantes participam.

Como Funciona

Os estabelecimentos participantes oferecerão ao público, a preços diferenciados, durante todo o período do Festival, um prato específico para o evento, que melhor represente a "Comida do Lugar" levando em consideração a especialidade da casa, as características e tradições de cada região. Os pratos são servidos nos próprios restaurantes conforme os horários de funcionamento de cada estabelecimento.

Não deixe de conferir mais novidades no site   http://www.brasilsabor.com.br/festival/evento.html 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Dica de Receita - Bauru

Esta receita é simples e prática, e muito boa.

Bauru (Receita que aprendi em Teresina-Pi)

Massa:

2 xícaras de farinha de trigo
500 ml de leite
01 xícara de óleo ou margarina
03 ovos
01 tablete de caldo de galinha
sal a gosto

Os ingredientes acima bate tudo no liquidificador

Recheio: queijo/presunto/carne ou galinha
Tempero: cebola, tomate, pimentao, azeitona, milho verde
Molho: creme de leite com ketchup ou maionese com ketchup

A quantidade de recheio fica a criterio.

Para montar no prato refratario unta com margarina, coloca a metade da massa no prato refratario, coloca todo o recheio e depois disso o restante da massa.

Para assar aprox. 40 min em forno medio.

sábado, 20 de agosto de 2011

A COZINHA ALAGOANA

Um pouco de história

No início da colonização, os navios portugueses que aportavam no Nordeste traziam azeite, vinhos, bacalhau e muito mais. Isto permitia aos portugueses manter a cozinha de sua terra natal nos engenhos de açúcar e nas casas-grandes. Mas, com o passar do tempo, as comidas africanas e indígenas foram se impondo.

No século XIX, um forte sentimento nativista varreu o Nordeste e a comida do povo passou a ser mais assimilada pelas casas-grandes.

A tapioca, o mel de engenho com inhame, macaxeira e fruta-pão, os bolos de mandioca e de milho e os pés-de-moleque, foram alguns dos sabores que ganharam espaço na mesa patriarcal.

Ricos ingredientes no mar, lagoas, rios e coqueirais

A culinária alagoana não difere da culinária do Nordeste em geral, porém é muito mais variada em função da riqueza das diversas lagoas costeiras. É um verdadeiro festival de comidas do mar, dos rios e das lagoas.

Há peixes nobres das águas mornas, como a cavala "perna de moça", sirigado, arabaiana, cioba, os pitus e camarões de água doce.As carapebas, camurins (robalo), curimãs da lagoa Mundaú, o camarão barba roxa e suas deliciosas fritadas e até o camarão de cueca (tem este nome porque deixa-se a metade da casca), são de sabor inigualável.

Também das lagoas e manguezais são os guaiamuns, o caranguejo uçá e suas deliciosas patinhas servidas como tira-gosto. Agulha frita, Siri do Pilar, Casquinha de Siri de Coral, Siri Capado (serrado ao meio e ensopado com leite de coco); polvo, lagosta e ostra. Taioba e maçunim (Vôngole) são moluscos deliciosos, apanhados com facilidade na coroa de areias.

Mas, o mais alagoano dos pratos é mesmo o Sururu. Sua mais tradicional forma de preparo é o Sururu de Capote, servido na casca. Lavado em muitas águas, é levado ao fogo, onde junta seu próprio caldo, rico em fosfato. Come-se com Pirão coberto. Há ainda o Sururu ensopado e a Fritada de Sururu.

Prato de sucesso é a Caldeirada de frutos do mar: camarão, siri, sururu, lagosta, polvo, patinha de uçá, ostra e maçunim são ensopados juntos no leite de coco. A iguaria é acompanhada de Mingaupitinga, massa de mandioca no leite de coco.

Costumes e Tradições

Nossa feijoada é de feijão mulatinho com muita carne de charque (conhecido em alguns lugares como jabá), lombo de boi, pé de porco fresco e lingüiça. Não usamos tantos defumados como a feijoada carioca. Quando está quase pronta, junta-se as verduras. Muito nossa é a feijoada de peru, feita geralmente no dia seguinte a uma comemoração que tenha peru assado.

Comemos carne-do-sol, lingüiça, bacalhau na brasa, cozido com verdura ou ensopado no coco. Para acompanhar os pratos mais salgados, pirão de leite - o leite é levado à mesa ainda fervendo, para ser derramado sobre a farinha de mandioca que fica escaldada. Junta-se um pouco de manteiga.

O pirão de ovo vale por uma refeição completa. Os pratos de fava ou feijão verde são indispensáveis, principalmente se misturados com charque e carne do sol desfiada e mais farinha de mandioca: é o apreciado "Arrumadinho".
Frutas e doces

Caju, cajá, cajarana, pitanga, pitomba, mangaba, siriguela, jaca, abacaxi, graviola, carambola, pinha (ata), manga, sapoti, acerola e maracujá são algumas das riquezas de sabores inesquecíveis. Todos muito usados na preparação de sucos, batidas, sorvetes e doces.

Nas regiões do semi-árido, são apreciadíssimos os seus doces de leite e tudo o que se relacione ao leite, pois lá está nossa bacia leiteira com seus maravilhosos queijos do Sertão. Há também muita comida derivada do milho.

A deliciosa Imbuzada sertaneja, onde o fruto imbu (ou umbu), é escaldado em água fervendo e desmanchado no leite com açúcar. É tomado pela manhã em prato fundo. É alimento de sustança.

Doce de tamarindo, de laranja-da-terra, de batata-doce com leite de coco, manjar de coco com goiaba em calda, doce de caju em calda, cristalizado ou caju-ameixa, castanha confeitada, bolo de macaxeira, de mandioca, de maisena, tapioca molhada, beiju chapéu de couro - feito com goma (polvilho) peneirada em camada bem fina sobre a chapa quente, salpicada com coco ralado. Pudim e doce de mangaba, doce de coco e cocada, suspiro, sequilho, malcasado de goma, rosquinha de chocolate e de milho, broa de goma, pão-de-ló torrado...

A lista é longa, mas sempre haverá tempo para se provar todas essas maravilhas da cozinha alagoana.

Texto por: Maria Rocha Cavalcanti Accioly
Adaptado por: Leonardo Reis

Fonte:       http://www.maceiobrasil.com.br/2007/gastronomia.php 

HISTÓRIA DA GASTRONOMIA DO BRASIL


Após a descoberta, no início do século XVI os portugueses iniciaram a exploração das terras brasileiras.
Da miscigenação dos povos indígenas, portugueses e africanos trazidos como escravos nasciam os brasileiros e a cozinha brasileira com a mistura da culinária destes três povos. A cozinha portuguesa tinha uma grande influência dos povos árabes, mas já tinha uma identidade própria.
Junto com os navios portugueses vieram frutas, vegetais, verduras e animais. Figo, laranja, limão, melão, agrião, espinafre, chicória, mostarda, coentro, trigo, hortelã, cebolinha, manjericão, alho, alfavaca, gengibre, arroz, cana de açúcar, temperos da índia, bois, vacas, touros, ovelhas, cabras, carneiros, porcos, galinhas, patos, deram possibilidades à ampliação da nossa culinária.
Os escravos trouxeram da áfrica o quiabo, inhame, erva-doce, gengibre, açafrão, gergelim, amendoim africano, melancia e outras variedades de coco e banana. A banana da terra que era necessária ser cozida antes de consumir era pouco apreciada. A banana vinda da áfrica e consumida in-natura como fruta logo se tornou popular.
A mandioca e o milho por sua fartura tornaram-se o alimento básico dos escravos. Na necessidade de explorar a pouca variedade de matéria prima, o negro criou do milho o angu, um mingau mais consistente que o pirão. O pirão por sua vez, tal qual o conhecemos foi criado pelo português que usou a técnica de fazer papas e caldos de seus camponeses adicionando a farinha com caldo fervente.
No tempero, o português deu outra grande contribuição à culinária da brasileira. Impôs o gosto pelo sal, quase não utilizado pelos índios e pelos africanos, e ensinou a salgar a carne para preservá-la. Cozinhar bem era e é “ter boa mão de sal”. Outras especiarias tornaram-se presentes, como o cravo-da-índia, a erva-doce, a canela e o alecrim.
O arroz se firmou como alimento mais presente a partir de XVIII e era cozinhado como uma papa para ser consumido com carnes e peixes.
Os portugueses passaram a consumir o feijão nativo do Brasil, mas somente o brasileiro do século XVI assumiu o habito de consumo acompanhado de peixes e carnes. A farinha e o feijão são dois alimentos nativos brasileiros que constituem ainda hoje a base da nossa alimentação.
Com o açúcar e a habilidade da mulher portuguesa em cozinhá-lo com frutas, surgiram vários doces como conhecemos hoje, e, estas nossas sobremesas eram consideradas um mero passatempo e não um alimento. Do açúcar surgiu a aguardente que de fácil produção passou a ser consumido pelos mais pobres tornando-se a bebida alcoólica brasileira que tem varias denominações, mas como marca internacional assumiu o nome de Cachaça.
Da necessidade dos escravos em misturar poucos ingredientes a disposição usando a técnica de cozimento em de vários ingredientes juntos dos portugueses, a cozinha brasileira ganhou as diversas receitas de cozidos, técnica tão usada na nossa culinária.


O surgimento de uma gastronomia com a nossa identidade.

A identidade da cozinha brasileira avançou quando indígenas, portugueses, africanos, e mestiços formaram comunidades próximas aos locais de extração do ouro tendo que usar os ingredientes das regiões com diversas técnicas de cocção.
Com a vinda da Família Real Portuguesa no Brasil, chegando uma comitiva de mais de 15 mil nobres portugueses, passou-se a importar diversos novos ingredientes e novos molhos, enfeites e acabamentos de pratos se incorporaram a nossa cozinha. O consumo do pão, saladas, sobremesas, vinho e as frituras com azeite passaram a ser usuais.
Durante mais de três séculos nossa cozinha desenvolveu-se com características predominantemente portuguesa com influência de índios e negros. A partir do século XIX com a ampliação do comercio internacional, passou-se a importar vinhos, cervejas, conservas, queijos, novas frutas, licores, chás, chocolates e a cozinha francesa e inglesa passaram a influenciar nossa culinária, surgindo inclusive confeitarias e sorveterias. Surgiam os primeiros restaurantes italianos e franceses.
O ciclo do café trouxe muitos imigrantes, e alem dos franceses e ingleses vieram espanhóis, alemães suíços e italianos. O café como principal produto brasileiro durante muito tempo tornou-se um habito permanente de consumo.
Os imigrantes italianos tiveram grande influencia na nossa culinária incorporando ao nosso dia a dia massas de todos os tipos, molhos, pizzas, pães, etc. A facilidade de brasileiros de misturar pratos incorporou ao tradicional arroz e feijão uma pequena porção de macarrão, uma coisa impensável na Itália onde o macarrão é um prato autônomo.
Os alemães trouxeram a cerveja que como em quase todo o mundo, também é uma preferência nacional. Mais recentemente com a influencia cultural norte-americana em todo mundo, surgiu o consumo de lanches e principalmente o cachorro quente e o hamburger são muito populares no Brasil. Porem este consumo veio junto com a forte influencia cultural, pois o a cozinha norte americana não é saudável como a brasileira.


A influência em nossos dias

Apesar de muitas influências, a culinária brasileira ainda é baseada nas origens surgidas com os índios, escravos e portugueses. A base da nossa culinária esta ancorada em Ingredientes como abóboras, batata, aipim, inhame, cara, feijões de diferentes espécies, arroz, carne de peixe, suínos e boi, farinha de mandioca, leite e ovos. Esses ingredientes com a capacidade de misturar sabores do brasileiro com processos fáceis de cocção fez a nossa culinária rica e variada.
A globalização trouxe a facilidade de importação de produtos e nas grandes cidades existem a fusão de ingredientes e sabores de todos os lugares do mundo que podem trazer uma falsa impressão de uma grande influencia estrangeira na nossa cozinha atual. Porem, no Brasil do interior, imenso e com traços regionais firmes os ingredientes e misturas surgidos no começo da nossa história continua com a mesma identidade.
Da mesma forma que o brasileiro recebe bem o imigrante, recebe os seus pratos e sabores e em qualquer lugar do Brasil se encontra cozinhas e ingredientes do mundo todo espalhados por bares, restaurantes e supermercados. Com a fama de casar as coisas, o brasileiro vai misturando sabores sem prender-se a regras e vai tornando a nossa gastronomia cada vez mais rica, mas o tradicional arroz, feijão, “mistura” salada e ovo, com variações regionais é o prato típico brasileiro oriundo da influencia do índio, do negro africano e do português.

Fonte:  http://abrasellondrina.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=32&Itemid=45

UMA BREVE HISTÓRIA DA GASTRONOMIA NO MUNDO

      A gastronomia teve seu início na pré-história com o homem primitivo que foi descobrindo que os alimentos poderiam ser modificados, o que primeiramente era consumido cru, depois da descoberta do fogo passou a ser cozido e a partir daí o homem descobriu que poderia modificar o sabor dos alimentos e descobrir que se pode produzir vários tipos de alimentos. A idade antiga foi o período dos grandes povos e dos grandes banquetes, os povos faziam grandes banquetes para comemorações de vitórias em guerras e comemorações da família real, o povo egípcio inventou a padaria artística produzindo pães de diferentes formas. A idade média foi marcada pela força da igreja e a gastronomia seguiu a mesma linha foi baseada em vinhos em pães e também eram baseados na  cozinha romana, os monges simplificaram a preparação dos alimentos e enriqueceram a qualidade dos produtos, o peixe foi um alimento muito valorizado, havia um abuso muito grande em especiarias, como pimentas, noz moscada, gengibre e outros. A idade moderna foi a época das grandes inovações, foi o período do renascimento e da descoberta de novas sensações e a gastronomia como sempre acompanha a história e também foram descobertos novos gostos. Um marco dessa época foi o cozinheiro de reis Taillevent que escreveu o livro mais antigo de cozinha em francês, ele ficou famoso pela importância que deu aos molhos  engrossados com pão e também pelas receitas de sopa, dentre as quais estavam as de cebola e de mostarda, as especiarias eram muito apreciadas pelos europeus, foi aí onde entrou o Brasil que por ser rico em especiarias foi muito explorado, o sorvete foi quem revolucionou a sobremesa da época, em meados do século XVII os franceses descobriram o café e também a descoberta que o peru era muito suculento. A idade contemporânea foi onde a gastrnomia entrou no caminho do aperfeiçoamento nessa época a frança passou por dois períodos distintos um durante Napoleão Bonaparte que detestava o requinte da comida francesa e preferia a comida italiana e o outro período que é o pós Bonaparte onde a França passa por um período chamado de restauração onde volta o requinte da culinária francesa, foi aí onde os menus começaram a invadir os restaurantes da Europa cada vez mais luxuosos  e artísticos com o intuito de informar aos clientes o que havia para comer e beber, nessa época também os chefs de cozinha passaram a trabalhar em restaurantes ou a abrir seus próprios restaurantes pois tinham perdido seus empregos nos palácios da nobreza, já que ela ficou enfraquecida após a revolução, tudo isso, aliado a revolução francesa, fez nascer a cozinha burguesa, que misturava os aromas do campo com a elegância da alta gastronomia, combinou a gastronomia da terra com a gastronomia de laboratório, após a restauração veio uma grande crise na economia francesa que afetou também a gastronomia fazendo com que pequenos cafés e restaurantes fechassem as portas, apesar da crise esse período foi marcado pela atuação de grandes chefs, gourmets, cozinheiros, escritores da mesa um deles foi o Grimod de La Raynière que inventou um tipo de serviço que aqui no Brasil é chamado de serviço à francesa, outra grande celebridade da mesa foi Anthelme Brillat-Savarin um grande filósofo da mesa tendo elaborado normas que o tornaram famoso,a culinária francesa atingiu seu apogeu no final do século XIX com a criação da escola de ensino da cozinha francesa Le Cordon Bleu que é reconhecida em todo o mundo e hoje possui filiais em todo o mundo, a partir daí a cozinha se internacionalizou e passou a ser modificada em cada parte do mundo.

Fonte: http://www.artigonal.com/turismo-e-viagem-artigos/a-historia-da-gastronomia-no-mundo-e-no-brasil-3098395.html

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bibliogastronomia

A bibliogastronomia está sendo criada no intuito de gerar informação gastronomica voltada para o turismo e moradores locais, para que possam ter um  espaço que possam saber mais sobre o mundo gastronômico nas sua mais variadas vertentes.