sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Franquia Outback – Sócio Empreendedor



São Paulo – Desde que chegou ao Brasil, em 1997, rede de restaurantes Outback tem acompanhado as mudanças sociais para crescer. Com o aumento de poder aquisitivo da população, a rede começou um movimento forte de expansão, crescendo de 15% a 20% ao ano nos últimos três anos.
Uma boa oportunidade de negócio

Prestes a inaugurar o 32º restaurante no país, o presidente da operação brasileira Salim Maroun conta que há uma enorme fila de espera de candidatos interessados em investir em uma unidade da rede. Além da popularidade da marca, os empreendedores são atraídos pelo valor do investimento: a partir de 60 mil reais.
“Não trabalhamos com franquias. Por isso, os donos dos restaurantes são sócios do Outback e responsáveis pela operação”, explica Maroun. Cada sócio compra uma quantidade de cotas e recebe “de presente”, como diz o executivo, o restaurante pronto para operar.
As lojas, quase sempre dentro de shopping center, têm 600 metros quadrados, em média, e custam 4 milhões de reais para ficar dentro dos padrões da rede. “A gente quer o know-how desses sócios, por isso, eles não investem na infraestrutura de abertura das lojas”, conta.
Mais de 60% dos sócios são pessoas que já estavam ligadas à empresa, como gerentes e até garçons. Apesar da preferência por quem já conhece o cotidiano da rede e as especificidades da operação, Maroun não descarta a possibilidade de vender as cotas a profissionais com experiência na área de food service e empreendedores com grande capacidade de sucesso. “Temos um departamento para responder todas solicitações. Se as pessoas estão nos procurando com a intenção de abrir um restaurante, o mínimo que podemos fazer é dar uma resposta rápida”, defende o executivo.
A rede não divulga o faturamento da empresa no Brasil. Em relação ao retorno da operação, os sócios recebem um valor fixo todo mês mais um percentual sobre o resultado. “Cada sócio só pode abrir um restaurante para manter foco total na gestão e nos resultados. Todas as decisões sobre a operação são dele”, diz. Antes da inauguração, o empreendedor passa por seis a dez meses de treinamento para se adequar ao padrão da rede internacional.
Criada na Flórida, em 1988, a rede de restaurantes tem unidades em 21 países. O Brasil é destaque pela qualidade do serviço mas ainda perde para a quantidade de restaurantes. A meta do Outback no curto prazo é inaugurar até cinco unidades por ano. “O mercado está se mostrando melhor a cada ano. Com a chegada de novas redes e a consolidação das que já estão no Brasil, o mercado está sendo nivelado por cima”, opina Maroun.
Segundo o executivo, várias regiões ainda devem receber lojas da rede, desde que encontrem “as pessoas certas e o ponto certo”.
Fonte: Exame - matéria publicada em 2011
Saibam mais no link: http://www.outback.com.br/expansao-da-rede#

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Deputados de SP vetam lanches com brinde


Projetos de lei restringem a publicidade de alimentos a crianças e proíbem a venda de lanches com brindes ou brinquedos 


A Assembleia Legislativa paulista (Alesp) aprovou dois projetos de lei que restringem a publicidade de alimentos a crianças e proíbem a venda de lanches com brindes ou brinquedos. Para entrar em vigor, as normas têm de ser sancionadas pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). 


Se aprovadas, as leis devem atingir principalmente propagandas e promoções de redes de fast food que vendem combinados de hambúrgueres e refrigerantes acompanhados de brinquedos.
Projetos para limitar a oferta de brindes na venda de lanches infantis tramitam na Alesp pelo menos desde 2007. Um dos aprovados, o PL 1.096 de 2011, do deputado Alex Manente (PPS), proíbe a venda de alimentos com brinquedos ou brindes. E prevê multa, em valor a ser definido.

O PL 193 de 2008, do deputado Rui Falcão (PT), impede o uso de personagens e celebridades infantis na propaganda e brindes associados à compra. E restringe os horários para propaganda no rádio e na TV de alimentos e bebidas ?pobres em nutrientes, com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio?. Eles ficariam impedidos de serem veiculados das 6 às 21 horas. E totalmente proibidos em escolas.

Manente e Falcão amparam suas argumentações no Código de Defesa do Consumidor e no combate à obesidade infantil. Um dos argumentos é de que a criança ?não completou sua formação crítica e não possui capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo e apelativo da promoção?


Questionados pelo jornal O Estado de S. Paulo, Bob?s, McDonald?s e Burger King afirmaram que cumprem a legislação vigente.

Fonte: Abrasel

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Qual a relação entre biblioteconomia e Gastronomia?








"A informação é a relação entre essas duas áreas distintas”.

Mas o que é biblioteconomia? E a gastronomia?

“Biblioteconomia é a ciência  que estuda os aspectos da representação, da sistematização, do uso e da disseminação da informação através de serviços e produtos  informacionais. Trata sobre a análise, planejamento, implementação, organização e a administração da informação em bibliotecas, bancos de dados, centros de documentação, sistemas de informação e sites, entre outros. O papel do profissional bibliotecário é de agente mediador entre a informação e quem a busca, de modo que o conhecimento chegue de forma rápida e satisfatória ao seu usuário.”



“A gastronomia é um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Um gastrônomo (gourmet, em francês) pode ser um(a) cozinheiro(a), mas pode igualmente ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo não só a forma como os alimentos são preparados, mas também como são apresentados, por exemplo, o vestuário e a música ou dança que acompanham as refeições.”
Como graduanda em biblioteconomia vi a possibilidade inovar e criei um blog chamado bibliogastronomia que é voltada para informação gastronômica, pois a partir dele comecei a pesquisar sobre alguns temas como história dos alimentos, notícias, cursos e etc. No início não foi fácil porque as pessoas perguntavam o que tinha haver a minha graduação com a gastronomia e passei a fazer alguns questionamentos e vi que a informação gastronômica era a relação entre ambas.


O bibliotecário(a) é o agente mediador da informação ele pode pesquisar sobre os aspectos culturais de uma região através da culinária, procurando entender como eles comiam, quais os alimentos da região, que utensílios eram e são utilizados na cozinha, etc. Então, com esse exemplo as duas área se complementam com a informação registrada, oral e visual de um povo, de um país, de uma cidade e etc.
Pouco depois de criado outro blog, e como pesquisadora sentia a necessidade de saber como atuavam esses profissionais da cozinha; Será que só cozinhavam? Tinha tradição familiar? Esses questionamentos me levaram a criar o quadro “papo com chef” que são entrevistas feitas com vários profissionais da área. Com o tempo percebi que o quadro ficava escondido e criei um blog chamado papo com chef no qual daria mais ênfase nas entrevistas.
Como podem perceber que as duas áreas tem muito em comum, e diferentes em seu campo de atuação, pois, a palavra que se torna possível essa aproximação é a informação, seja ela registrada, oral ou visual.

Por Ingrid Abs




sábado, 15 de dezembro de 2012

As tendências da alimentação

                                     



Segundo as pesquisas do ITAL( Instituto de tecnologia dos alimentos), as recentes exigências e  tendências foi feito análise de relatórios agrupando essas tendências em 5 categorias:

1. Sensorialidade e Prazer
2. Saudabilidade e Bem-estar
3. Conveniência e Praticidade
4. Confiabilidade e Qualidade
5. Sustentabilidade e Ética

As tendências relacionadas à sensorialidade e prazer

Estão relacionadas com o aumento do nível de educação, informação e renda da população, entre outros fatores. Em vários países os consumidores estão valorizando as artes culinárias e as experiências gastronômicas, valorizando a socialização em torno da alimentação. Ganham em evidência os circuitos e os polos gastronômicos nas cidades. Entretanto, preocupam-se com a saúde e vão em busca da alimentação saudável e saborosa.
As tendências relacionadas à saudabilidade e bem-estar

Originam-se em fatores tais como o envelhecimento das populações, as descobertas científicas que vinculam determinadas dietas às doenças, bem como a renda e a vida nas grandes cidades, influenciando a busca de um estilo de vida mais saudável. O problema do excesso de peso e obesidade nas populações de vários países estimula os produtos para dietas, alimentos com redução ou eliminação de substâncias calóricas. Portanto, o segmento diet/light deve continuar sua tendência de crescimento, ao qual se está aliando uma nova categoria de produtos com ingredientes específicos para queimar calorias e saciar o apetite.

As tendências relacionadas à conveniência e praticidade

As tendências de “conveniência e praticidade” são motivadas, principalmente, pelo ritmo de vida nos centros urbanos e pelas mudanças verificadas na estrutura tradicional das famílias, fatores que estimulam a demanda por produtos que permitem a economia de tempo e esforço dos consumidores. Por isso cresce a demanda por refeições prontas e semi-prontas, alimentosde fácil preparo, embalagens de fácil abertura, fechamento e descarte, com destaque para produtos para o preparo em forno de micro-ondas, além de serviços e produtos de delivery. Para a alimentação fora do lar, cresce o consumo de produtos em pequenas porções (snacking, finger food), produtos embalados para consumo individual (mono doses), produtos adequados para comer em trânsito ou em diferentes lugares e situações. Entretanto, essas tendências convergem com as necessidades de saudabilidade e bem-estar, resultando no aumento da demanda de alimentos convenientes, tais como bebidas à base de frutas, snacks de vegetais, iogurtes etc.

As tendências relacionadas à confiabilidade e qualidade

Os consumidores mais conscientes e informados tendem a demandar produtos seguros e de qualidade atestada, valorizando a garantia de origem e os selos de qualidade, obtidos a partir de boas práticas de fabricação e controle de riscos. Nessa direção têm sido valorizadas características que são intrínsecas os produtos, tais como a rastreabilidade e a garantia de origem, os certificados de sistemas de gestão de qualidade e segurança, a rotulagem informativa e outras formas de comunicação que as empresas possam utilizar para demonstrar os atributos dos seus produtos. Estas e outras práticas contribuem para construir a credibilidade das marcas dos produtos e ganhar a confiança e a preferência dos consumidores.

As tendências relacionadas à sustentabilidade e ética

Além da exigência com a qualidade dos produtos e processos, as tendências de “sustentabilidade e ética” têm provocado o surgimento de consumidores preocupados com o meio ambiente e também interessados na possibilidade de contribuir para causas sociais ou auxiliar pequenas comunidades agrícolas por meio da compra de produtos alimentícios. Em relação à sustentabilidade ambiental, vários aspectos estão sendo valorizados nos produtos pelos consumidores de diversos países, tais como uma menor “pegada” de carbono (carbon footprint), baixo impacto ambiental, não estar associado a maus-tratos aos animais, ter rotulagem ambiental, ter embalagens recicláveis e recicladas etc. Sob o aspecto social, tem aumentado o interesse por produtos vinculados a causas sociais, com certificados de origem de sistema fairtrade, além da simpatia pelas empresas com programas avaliados e certificados de responsabilidade social.
                             
Texto retirado do link: http://www.insumos.com.br/aditivos_e_ingredientes/materias/211.pdf

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Curso do Mário Amorim em Maceió.

Chef Mário Amorim depois de uma longa data se especializando em São Paulo, se formou em gastronomia este ano na escola Unisantos, voltará a Maceió para ministrar 3 dias de curso, em 3 módulos individuais. O curso será em parceria com escola de gastronomia na Maurício de Nassau, no qual, o coordenador é Antônio Mendes.

Módulo 1 - Culinária Oriental - dia 26/01/2013 
Módulo 2 - Harumaki - dia 27/01/2013
Módulo 3- Lámen - dia 28/01/2013


Público - alvo - Alunos de gastronomia, restaurantes, curiosos.

Valores R$ - Culinária oriental - R$ 100,00 à vista.
                   Harumaki - R$ 100,00 à vista
                   Lámen - R$ 100,00 à vista
                   Promoção - os 3 módulos - R$ 270,00 à vista.

ou no link abaixo pelo cartão:

http://credencialeventos.com.br/v2/curso-de-culinaria-oriental

Obs: é cobrado uma taxa de 10% nesse sistema on-line e nas parcelas juros.




Não percam essa oportunidade de aprender.

                                              Por Ingrid Abs

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Negócio de vinho no Brasil - Dunamis Vinhos & Vinhedos




Dunamis
Em novembro de 2011 nascia a Dúnamis com o objetivo de promover momentos especiais, estimulando a cultura do vinho. Assim nossa história começa, com a elaboração e comercialização de vinhos finos e espumantes de qualidade e tipicidade, em perfeita harmonia com a natureza, agregando valor ao negócio e oferecendo o prazer da descoberta.

A filosofia da Dunamis

Emprego de produtos naturais

Sempre atentos à importância da conservação do meio ambiente e da nossa qualidade, utilizamos produtos naturais nos processos cotidianos da vinícola. Um bom exemplo é a substituição de alguns herbicidas por vinagre, que ajuda a controlar algumas ervas daninhas.

Redução no uso de agroquímicos

A preferência é pelo uso de agroquímicos aceitos em cultivos orgânicos e, mesmo assim, eles são utilizados de forma racional, com o auxílio do sistema “Thermal Pest Control”. Desse modo, conseguimos reduzir para 0%* os resíduos agroquímicos no vinho Dunamis SER safra 2010.

Preservação do equilíbrio ambiental

Procuramos preservar a biodiversidade em nossos vinhedos, respeitando a fauna e a flora locais. Neste contexto, a diversidade de micro-organismos, fungos e ervas naturais são mantidas, e contribui de maneira recíproca ajudando a evitar o ataque de insetos e de outras pragas ao nosso vinhedo.

Uso racional dos recursos hídricos

De maneira distinta, usamos menos água que em outros vinhedos - uma consequência direta da redução de agroquímicos. Assim, preservamos o lençol freático longe de contaminação e, com licença ambiental concedida, fazemos usufruto dessa água potável.

Redução no peso das garrafas         

À primeira vista, as garrafas dos vinhos Dunamis podem parecer simples demais. No entanto, um olhar preocupado com a natureza nota que elas são mais leves, ou seja, utilização de menos matéria-prima na produção e redução significativa das emissões de gases na atmosfera.

 Informações retiradas do site da Dunamis e do facebook.
Site:  http://www.dunamisvinhos.com.br/
Face: http://www.facebook.com/dunamisvinhos


Por Ingrid Abs

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Lugar de comer sururu


 

Aqueles que desejam conhecer melhor a gastronomia alagoana devem deixar a capital e seguir em direção sul. Após rodar cerca de 15 quilômetros chega-se a Massagueira, uma antiga colônia de pescadores que abriga dezenas de bares e restaurantes especializados em culinária regional.
Pertencente ao município de Marechal Deodoro – cidade natal do primeiro presidente do Brasil e capital da província até 1839 -, o distrito de Massagueira é um tranquilo vilarejo localizado às margens da lagoa Manguaba, a maior do estado. Com casebres simples, ruas calçadas de paralelepípedos e vegetação que mistura trechos de coqueirais e mangues, a comunidade é um desses locais onde o relógio parece servir apenas para enfeitar o punho.

As lagoas de Alagoas 
O nome Alagoas não podia ser mais adequado para batizar este estado que possui lagoas margeando seu litoral. Dentre elas estão Manguaba, a maior do estado, e Mundaú, que oferece uma das principais atrações turísticas de Maceió: um passeio de escuna passando por suas inúmeras ilhotas.
Nos fins de semana, Massagueira é bastante procurada por banhistas que retornam das famosas praias do litoral sul de Alagoas, como a do Francês e a do Gunga. Perfeitos para aqueles que buscam um almoço simples, saboroso e cuja conta não pese no bolso, os restaurantes da localidade possuem ambiente rústico e informal. A freqüência varia entre maceioenses descolados e turistas que preferem fugir dos insossos passeios oferecidos pelas operadoras.
Um dos estabelecimentos mais conhecidos e disputados em Massagueira é o Bar do Pato. Inaugurado em 1980, o local é arejado, com teto em cobertura de palha e mesas de madeira debruçadas sobre a lagoa Manguaba. Dali é possível avistar ribeirinhos circulando em canoas e pescadores jogando suas redes.
Além da vista, o outro ponto forte do Bar do Pato é seu cardápio. A casa oferece inúmeras opções de culinária regional. Dentre os petiscos, há porção de sururu ensopado guarnecido de farofinha, caldinho de peixe, galinha guisada e caranguejos cozidos na água e sal. Como prato principal, pode-se escolher entre fritadas de maçunim – molusco semelhante ao vôngole – ou de sururu acompanhados de pirão e arroz, galinha a cabidela com feijão verde ou peixada de carapeba ao molho de coco. Existem ainda as especialidades locais, como as receitas de pato ao molho pardo ou ao molho de cerveja preta.

Fonte:  http://www.brasilsabor.com.br/por/roteiros/artigo/319

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Veja quanto custam 15 franquias de restaurante

Só no ano passado, as franquias de alimentação corresponderam a metade de todo faturamento do setor. Tem como ficar de fora?

Faturando mais de R$ 7,3 bilhões só no ano passado, as franquias de alimentação correspondem a 50,3% do faturamento de todo o setor. É o que revela a pesquisa “Panorama Global das Franquias do Setor de Food Service” da ABF (Associação Brasileira de Franchising) e ECD.

Segundo o estudo, a expectativa para o final 2012 ainda é maior: espera-se crescimento de 27% em relação a 2011. Entre os restaurantes com maiores crescimentos estimados para este ano, estão pizzas e massas, com 36%, comida variada e asiática, com 19% e 15%, respectivamente.


Listamos 15 franquias de alimentação que você pode investir, veja:

Marca e investimento inicial

Divino Fogão - Comida típica da fazenda: R$ 470 mil a R$ 640 mil
Picanha Mania: R$ 415,5 mil
Bon Grillê: R$ 380 mil a R$ 430 mil
American Prime Steak House: R$ 1,48 mi a R$ 2,8 mi
Big X Picanha: R$ 350 mil a R$ 700 mil
China in Box: R$ 430 mil
Espaço Árabe: R$ 275 mil a R$ 365 mil
Giraffas: R$ 735 mil a R$ 1,12 mi
Lig Lig Delivery: R$ 245 mil a R$ 315 mil
Rizzo Gourmet: R$ 320,5 mil a R$ 468,5 mil
Salad Creations: R$ 265 mil a R$ 505 mil
Vivenda do Camarão: R$ 380 mil a R$ 535 mil
Spoleto: R$ 430 mil a R$ 550 mil 
Temakeria Makis Place: R$ 120 mil a R$250 mil 
Donna's Cozinha Criativa: R$ 230 mil a R$ 430 mil

Fonte: Infomoney

Abrasel Nacional

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Restaurante Ser-Afim Espaço natural

É inaugurado em Maceió no dia  03 de Outubro de 2012 um restaurante especializado em culinária vegetariana. A ideia vem do sócios Martín Diaz e Nídia Battagl é conscientizar as pessoas no quesito alimentar e no quesito da consciência social, política, ecológica e humana. Mas que um restaurante, querem que sejam um ponto de encontro de pessoas que acreditam no bem. E além do restaurante,  a ideia é promover cursos, eventos, encontros voltados para consciência ecológica e espiritual.




"Comer leve pode continuar sendo um prazer"





Endereço




Alimentação saudável é de suma importância para nossas vidas.



sábado, 3 de novembro de 2012

CURSO DE BARISTA - INVISTA EM VOCÊ, INVISTA NO MERCADO PROMISSOR


A Coffee Center vem ao longo de dez anos se estabelecendo em Pernambuco e região como a empresa de soluções mais completa no mercado de cafés do Nordeste. Oferecer qualidade faz parte e é objetivo constante da empresa, por isso, nós comercializamos máquinas de café expresso da marca Italian Coffee, reconhecida em todo o Brasil não apenas por sua qualidade, mas também por ter a maior e mais capacitada equipe de técnicos em prontidão todos os dias da semana.  A Coffee Center destaca-se também pelo comércio de grãos para café espresso da marca Spress Café – O Café Gourmet do Brasil, pioneira no mercado de cafés especiais de origem controlada, um café que por ter notas amendoadas acentuadas, corpo aveludado, acidez refinada e doçura marcante é vencedor de prêmios como “Cup Of Excellence” e “Safra Premiada – SP” que possui Certificação da BSCA (Brazil Specialty Coffee Association).
Prezar pela qualidade para continuar sendo a mais completa do Nordeste faz o diferencial da Coffee Center. Por isso prezamos pelo estudo contínuo a fim de ter sempre uma equipe de profissionais amantes de café, focados na qualidade de atendimento, capacitados para execução de serviços e consultorias relacionados ao nosso precioso grão. Participamos de feiras e eventos oferecendo serviço completo de Barismo.  Para aproveitar o momento favorável aos grãos de qualidade e profissionalização a Coffee Center vem ao longo de quase 4 anos lecionando o curso de barista em Pernambuco e  vem com muita satisfação ao mercado no Estado de Alagoas. Este curso é ministrado por Jonathan Silva, primeiro barista brasileiro, certificado pela Specialty Coffees of Europa e reconhecido por seu trabalho em cafeterias paulistanas como Cafeera Coffee Shop, Cafezal e Coffeeling. Em Pernambuco alguns de seus trabalhos junto à Coffee Center que merecem destaque são cafeterias como Dalena Tortas Finas, Canelé Massé, Sweets, Chez Viez e Café Miró, restaurantes como Wiela Bistrô, La Fondue, Gio e instituições de ensino ministrando curso de barista como Faculdade Senac, Universidade Universo e Faculdade Maurício de Nassau. Na área de eventos corporativos nossas parcerias que merecem destaque são as agências de publicidade Black Ninja, 4 Comunicação e Agência Hágua.
No curso profissionalizante de barista é possível aprender e aplicar técnicas de extração e vaporização de leite integral para confecção de bebidas clássicas em nível mundial segundo as regras estabelecidas pela ACBB (Associação do Campeonato Brasileiro de Barista) que acompanha os mais importantes cursos de barista no Brasil e é orientada pela WBC (World Barista Championship).
Conteúdo:
1.      Introdução à História do Café
2.      Tipos de Café
3.      Cultivo
4.      A importância de um barista
5.      Café Espresso
a.      Características técnicas
b.      Características gustativas
6.      Técnicas de extração
7.      Moagem / Regulagem
8.      Máquina de café profissional
9.      Vaporização de leite
a.      Confecção de drinks clássicos padrão WBC (World Barista Championship) e SCAE (Specialty Coffees Association of Europe);
b.      Grafismo
10.  Limpeza e conservação preventiva de equipamento
11.  Prova
Investimento:
·         R$500,00 (quinhentos reais), Pagamento em cartão de debito ou credito 3x.
·         Apenas 16 vagas
Local, Data e Horário:
·         Espaço Gourmet na Bontempo, Antiga av. Amélia rosa, vizinho ao Restaurante Maria Antonieta.
·         Dias 19 á 22 de novembro de 2012,
·         Das 13h às 20h.

Contato: Simone Muniz 82.9949-0270/ munizsi@hotmail.com

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Comida feita em casa subiu mais que o self-service

Preço de refeições fora de casa sobe, mas custo dos pratos nos restaurantes poderia ser mais salgado. Concorrência entre estabelecimentos é que alivia bolso do consumidor

Apesar de parecer cada vez mais caro comer fora de casa, a realidade é que os preços poderiam ser muito mais salgados se todos os gastos dos restaurantes fossem repassados para a balança. O site de pesquisas Mercado Mineiro revelou que entre janeiro e outubro desde ano o custo médio do quilo do self-service em 37 restaurantes da capital mineira passou de R$ 28,03 para R$ 29,33, alta de 4,63%. No mesmo período, a inflação oficial de Belo Horizonte, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 6,06% no item alimentação e bebidas. Entretanto, o que mais contribuiu foi a alimentação em domicílio, com alta de 6,65%.


Os restaurantes por sua vez seguraram os preços e aproximaram os reajustes da variação média da inflação geral na capital mineira, de 4,40% no acumulado dos sete primeiros meses do ano, segundo o IBGE. Se considerado apenas o item refeição, a distância é ainda maior. Em Belo Horizonte, almoço e jantar ficaram 2,98% mais caros entre janeiro e setembro, muito abaixo da alta de 4,77% registrada na alimentação fora de casa.


O coordenador do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, reconhece que os ajustes não foram tão expressivos diante das constantes altas de preços de itens como tomate, batata e carne. “O motivo principal é a concorrência. Além disso, as pessoas limitam seu consumo ao valor do ticket alimentação”, explica o especialista.

Lucas Pêgo, diretor-executivo da Associação de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG), confirma que uma boa parte dos empresários tem segurado os preços e reduzido as margens. “Esse movimento se resume a uma palavra: mercado. O valor do ticket alimentação não aumentou na mesma velocidade dos custos. Ou o restaurante segura o preço, ou perde a clientela”, acrescenta. Sem contar custos adicionais, como aluguel, mão de obra e legislação do setor, que têm exigido mais investimento.




Mesmo sentindo pesar no bolso o aumento nos preços do arroz, feijão e produtos de hortifruti, o sócio do Viena Self-Service, no Santa Efigênia, Gualter de Carvalho Silva, reconhece que, ao pensar em um reajuste, precisa considerar o orçamento dos clientes. “Sempre que há aumento no preço do quilo há queda no volume vendido. As pessoas consomem menos. Fora isso, não é possível fazer reajustes que cubram a alta nos preços dos alimentos porque o salário das pessoas não aumenta na mesma proporção”, explica. O quilo hoje, de R$ 34,90, deveria ser pelo menos 10% superior para garantir uma boa margem de lucro. “A previsão é de que o reajuste ocorra em fevereiro, mas acabará sendo menor que os 10% necessários”, afirma a sócia-proprietária da casa Gláucia de Carvalho Silva.

Alta moderada

Há 17 dias, os restaurantes da rede Paracone aumentaram em aproximadamente 6% o valor do quilo do almoço. A pressão dos preços foi a principal justificativa para a segunda alta do ano. O problema, segundo o sócio-proprietário Lindoval Conegundes, é que nem aumentando o valor cobrado dos clientes é possível cobrir a variação de alguns produtos. A batata-inglesa, por exemplo, subiu 85% no acumulado do ano, segundo a Fundação Ipead/MG.

Para ele, os produtos que mais pesaram foram o arroz, as carnes e os lácteos. “O palmito e a alcatra, por exemplo, estão mais caros. Mas se eu tiro esses produtos da bancada um dia ou os substituo por outro, o cliente questiona e não posso usar como justificativa a alta nos preços”, explica. Para tentar driblar a alta nos preços, Lindoval garante que a solução tem sido pesquisar as melhores ofertas e promoções. “Tentar comprar uma quantidade significativa de um produto que tenha um bom desconto tem sido a saída para enfrentar o período”, garante.

A concorrência e a fidelização dos clientes também pesam na decisão de aumentar ou não do preço da comida. No Restaurante Isto e Aquilo, os preços ainda não foram reajustados e a expectativa é segurá-los ao máximo. “Muitos repassam a alta dos produtos imediatamente aos clientes, mas temos como posicionamento não aumentar os preços porque as pessoas acabam se afastando e a concorrência se beneficia”, diz o gerente Elvio Alvarenga Freitas, que há 20 anos trabalha no setor. “Hoje o quilo da minha comida custa R$ 29,60 e, se o cenário continuar assim, com o grupo dos alimentos ficando mais caro, precisaremos aumentar para mais de
R$ 30”, acrescenta.

Focus
Os preços prometem não dar trégua para o setor de alimentação fora de casa. O mercado financeiro elevou pela 15ª semana consecutiva a projeção de inflação medida pelo IPCA em 2012, que passou de 5,43% para 5,44%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Central. Há quatro semanas, estava em 5,35%. A expectativa para fechamento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, por sua vez, se manteve estável, em 1,54%. 

Fonte: Estado de Minas/

Abrasel Nacional


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O primeiro grande baile e o último suspiro do império


Breno Lerner*

Por volta das 22h, quando adentrava o salão, D. Pedro II tropeçou e, ironicamente comentou: “O Imperador tropeçou, a Monarquia não caiu”. Seis dias depois era proclamada a República...
2.000 convites foram enviados para uma homenagem aos oficiais do couraçado chileno Almirante Cochrane, quando na realidade todos sabiam que se ia comemorar as bodas de prata da princesa Isabel e o Conde D’Eu.

Três semanas antes da festa, não se encontrava um único traje de festa nas lojas do Rio. Cabeleireiros foram marcados com semanas de antecedência e, aquelas convidadas que só conseguiram horário 1 ou 2 dias antes chegaram a ficar sem dormir ou tomar banho para não desmanchar o penteado.
As roupas das mulheres foram adquiridas nas lojas sofisticadas da Rua do Ouvidor, no centro do Rio. Os cabelos, penteados por cabeleireiros franceses da Casa A Dama Elegante, no mesmo endereço.
Apenas os homens da Corte e os militares tiveram acesso aos barbeiros especializados em cortar bigodes à Titlé (garoto esperto), Chicard (chique), Grognards (soldados da Guarda Napoleônica) e Rostillon (cocheiro de carruagens de gala).

A Confeitaria Paschoal, que servia a Família Real, ficou com a metade da verba de 100.000 contos de réis que seria destinada aos flagelados da seca no Ceará. Foram contratados 150 garçons, 48 cozinheiros, 60 ajudantes e mais de 200 serviçais de limpeza. Na decoração foram utilizados 24 pavões empalhados, que decoravam os cantos das mesas, gigantescos candelabros de prata e muitas flores. Abaixo a lista dos ingredientes entregues na Ilha: 3 mil sopas de 22 qualidades; 50 peixes grandes; 800 lagostas; 800 kg de camarão; 500 tigelas de ostras; 100 latas de salmão; 3000 latas de ervilhas; 1200 latas de aspargos; 400 saladas diferentes; 200 maioneses; 800 latas de trufas; 12 mil frituras; 3500 peças de caça miúda; 1500 costeletas de carneiro; 1300 frangos; 250 galinhas; 500 perus; 800 inhambus; 50 macucos; 300 presuntos; 64 faisões; 80 marrecos; 12 cabritos; 600 gelatinas; 300 pudins; 800 pratos de pastelaria; 400 doces de fios de ovos; 20 mil sanduíches diversos; 14 mil sorvetes; 50 mil quilos de frutas; 10 mil litros de cerveja; 188 caixas de vinhos diversos; 80 caixas de champanhe; 10 caixas de vermute francês e italiano; 16 caixas de licores e conhaques; 100 caixas de água mineral. 

O Ministro das Relações Exteriores, o Visconde de Cabo Frio, ao tomar conhecimento que havia perus no cardápio, ficou preocupado com o que pensaria a comitiva do governo peruano que estava presente. Mandou então que escondessem as aves no porão e que não fossem servidas.
As estimativas de convidados presentes variam de 3.500 a 5.000 e os jornais da época ficaram escandalizados com o comportamento dos convidados. Duas orquestras completas tocavam na Ilha mais uma orquestra tocando a bordo do Almirante Cochrane e a Banda da Força Militar tocando polcas e lundus no cais, para o povão. Os cartões de dança das mulheres, que foram encontrados na Ilha Fiscal após o baile, junto com ligas e espartilhos, revelam que a piéce de resistance foi uma seqüência alternante em três tempos: fantasia, valsa, minuano, valsa, fantasia, valsa. 

As danças só começaram às 23h, depois que a princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu chegaram. Mas a confusão começou quando descobriram que havia gente demais e um só banheiro para toda aquela multidão. Os cavalheiros não se intimidaram e usaram a beira do cais, mas as mulheres tiveram que esperar os criados que foram mandados as pressas ao continente, providenciar baldes para serem colocados por baixo dos vestidos.

A meia-noite soaram os trompetes indicando que a mesa estava posta. Mas o comportamento dos convidados deixava muito a desejar e a Família Real se viu obrigada a deixar a festa logo após a sobremesa. D. Pedro nunca escondeu que sua preferência era a canja que lhe era servida nas três refeições diárias. Muito provavelmente terá chegado no Palácio e aí sorvido sua amada canja.
O baile estendeu-se até as 6 da manhã, quando a equipe de limpeza começou a trabalhar. De acordo com o relatório do encarregado foram encontrados entre garrafas, copos e pratos quebrados: 37 lenços, 24 cartolas, 8 corpetes, 3 coletes de senhoras e 17 ligas. Por motivos não explicados, todas as fotos (D. Pedro era um entusiasta da fotografia) feitas no baile desapareceram.

Para finalizar, a receita da canja que provavelmente D. Pedro II tomou após o baile, simples como ele:
Assada uma galinha, assa-se o fígado dela, o qual depois de pisado deite-se em uma pequena (tigela) de mostarda já preparada e logo que tiverem derretido meio arrátel (1 arrátel = 460g) de toucinho e limpo dos torresmos, frijam-se nela duas cebolas picadas, e na mesma sertã (caçarola), lhe deitarão a mostarda misturada com o fígado, para que tudo se torne a frigir. Tempere-se com pimenta, cravo, noz moscada e cardamomo, de sorte que fique bem picante.
Deite-se caldo e arroz cozido. Pronta esta potagem (sopa), põe-se a galinha assada em pedaços no prato com a potagem e sumo de limão por cima.
Esta é a receita original de Domingos Rodrigues, que foi o cozinheiro da avó de D. Pedro, em Lisboa.
Aqui no Brasil, até por preferência do Imperador, a galinha era substituída pelo macuco, muito abundante na época.

sábado, 13 de outubro de 2012

CHEF DE COZINHA


Cozinhar é uma das mais antigas atividades humanas, surgida por volta da sete mil anos atrás, quando o homem adquiriu meios seguros de obter e dominar o fogo. Já o ofício de cozinheiro, não se sabe exatamente quando surgiu, mas relatos de suntuosos banquetes na corte da Mesopotâmia por volta de 3000 a.C., por exemplo, confirmam que essa é uma profissão antiquíssima e, também, mostram que a comida sempre foi um importante elemento nas relações sociais e de poder. Justamente por isso, os cozinheiros, que através de sua arte, contribuíam para o aumento do prestígio e do poder daqueles a quem serviam, acabavam por conquistar, eles próprios, prestígio e regalias que os distinguiam entre os seus pares.

Assim, portanto, não é de hoje que ser chef de cozinha é algo glamoroso e muito desejado. Mas, a História, e as estórias, tendem a privilegiar o lado mais reluzente das trajetórias, relegando a um segundo plano as pedras do caminho. É verdade que a profissão de cozinheiro pode trazer prestígio e fortuna, temos muitos exemplos disso tanto no passado quanto no presente. Mas, como acontece nos esportes, para cada Ronaldo Fenômeno, existem milhares de jogadores de futebol absolutamente anônimos, muitos deles mal conseguindo sobreviver da profissão. O que os move é a paixão pela bola, o gostar de jogar futebol.

Na cozinha não é diferente, muito pelo contrário. Ao escolher a profissão de cozinheiro é preciso ter em mente que se trata de uma carreira que, como no exército, possui graus hierárquicos a serem conquistados e que, para se atingir o topo dessa hierarquia, é preciso muito esforço, dedicação, aprendizagem, treino e, sobretudo, gostar do que se faz - e gostar muito. Mesmo, assim, isso não basta. É preciso, ainda, possuir características como criatividade, espírito de liderança, organização, capacidade de ensinar, ousadia e muita personalidade para se chegar lá. Nem todo soldado se torna general. Nem todo cozinheiro chega a chef de cozinha. Não há curso que substitua a prática "de campo" nem pro soldado nem pro cozinheiro. Mas, como no exército, cada elemento tem seu papel e sua importância dentro do grupo e sem o trabalho de todos não há resultado possível.

Hoje, no Brasil, a gastronomia vive um momento efervescente. Ao longo das últimas duas décadas, o cenário gastronômico nacional se transformou completamente. A mudança mais sensível, e que serviu de mola propulsora para todas as outras, foi, justamente, a profissionalização do setor. Começou, timidamente, com a chegada de chefs estrangeiros no começo dos anos 80, fortaleceu-se com a abertura das importações no começo dos anos 90 e consolidou-se com a fundação da Associação Brasileira da Alta Gastronomia - ABAGA, em 1995, cujo empenho, desde o início, embasou-se em dois pilares complementares, a formação e a valorização do profissional da cozinha (saiba mais sobre a atuação da ABAGA, (clique aqui).


E foi justamente,  por iniciativa da ABAGA e de outras entidades do setor que, desde 1999, por projeto do Vereador Carneiro (Prona), aprovado pela Câmara Municipal, 13 de maio é a data oficial comemorativa do Dia do Chef de Cozinha na cidade de São Paulo. Uma justa homenagem da sociedade paulistana a essa categoria profissional que ajudou a que nos tornássemos uma das Capitais Mundiais da Gastronomia.

Fonte: Correio Gourmand