sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Franquia Outback – Sócio Empreendedor



São Paulo – Desde que chegou ao Brasil, em 1997, rede de restaurantes Outback tem acompanhado as mudanças sociais para crescer. Com o aumento de poder aquisitivo da população, a rede começou um movimento forte de expansão, crescendo de 15% a 20% ao ano nos últimos três anos.
Uma boa oportunidade de negócio

Prestes a inaugurar o 32º restaurante no país, o presidente da operação brasileira Salim Maroun conta que há uma enorme fila de espera de candidatos interessados em investir em uma unidade da rede. Além da popularidade da marca, os empreendedores são atraídos pelo valor do investimento: a partir de 60 mil reais.
“Não trabalhamos com franquias. Por isso, os donos dos restaurantes são sócios do Outback e responsáveis pela operação”, explica Maroun. Cada sócio compra uma quantidade de cotas e recebe “de presente”, como diz o executivo, o restaurante pronto para operar.
As lojas, quase sempre dentro de shopping center, têm 600 metros quadrados, em média, e custam 4 milhões de reais para ficar dentro dos padrões da rede. “A gente quer o know-how desses sócios, por isso, eles não investem na infraestrutura de abertura das lojas”, conta.
Mais de 60% dos sócios são pessoas que já estavam ligadas à empresa, como gerentes e até garçons. Apesar da preferência por quem já conhece o cotidiano da rede e as especificidades da operação, Maroun não descarta a possibilidade de vender as cotas a profissionais com experiência na área de food service e empreendedores com grande capacidade de sucesso. “Temos um departamento para responder todas solicitações. Se as pessoas estão nos procurando com a intenção de abrir um restaurante, o mínimo que podemos fazer é dar uma resposta rápida”, defende o executivo.
A rede não divulga o faturamento da empresa no Brasil. Em relação ao retorno da operação, os sócios recebem um valor fixo todo mês mais um percentual sobre o resultado. “Cada sócio só pode abrir um restaurante para manter foco total na gestão e nos resultados. Todas as decisões sobre a operação são dele”, diz. Antes da inauguração, o empreendedor passa por seis a dez meses de treinamento para se adequar ao padrão da rede internacional.
Criada na Flórida, em 1988, a rede de restaurantes tem unidades em 21 países. O Brasil é destaque pela qualidade do serviço mas ainda perde para a quantidade de restaurantes. A meta do Outback no curto prazo é inaugurar até cinco unidades por ano. “O mercado está se mostrando melhor a cada ano. Com a chegada de novas redes e a consolidação das que já estão no Brasil, o mercado está sendo nivelado por cima”, opina Maroun.
Segundo o executivo, várias regiões ainda devem receber lojas da rede, desde que encontrem “as pessoas certas e o ponto certo”.
Fonte: Exame - matéria publicada em 2011
Saibam mais no link: http://www.outback.com.br/expansao-da-rede#

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Deputados de SP vetam lanches com brinde


Projetos de lei restringem a publicidade de alimentos a crianças e proíbem a venda de lanches com brindes ou brinquedos 


A Assembleia Legislativa paulista (Alesp) aprovou dois projetos de lei que restringem a publicidade de alimentos a crianças e proíbem a venda de lanches com brindes ou brinquedos. Para entrar em vigor, as normas têm de ser sancionadas pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). 


Se aprovadas, as leis devem atingir principalmente propagandas e promoções de redes de fast food que vendem combinados de hambúrgueres e refrigerantes acompanhados de brinquedos.
Projetos para limitar a oferta de brindes na venda de lanches infantis tramitam na Alesp pelo menos desde 2007. Um dos aprovados, o PL 1.096 de 2011, do deputado Alex Manente (PPS), proíbe a venda de alimentos com brinquedos ou brindes. E prevê multa, em valor a ser definido.

O PL 193 de 2008, do deputado Rui Falcão (PT), impede o uso de personagens e celebridades infantis na propaganda e brindes associados à compra. E restringe os horários para propaganda no rádio e na TV de alimentos e bebidas ?pobres em nutrientes, com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio?. Eles ficariam impedidos de serem veiculados das 6 às 21 horas. E totalmente proibidos em escolas.

Manente e Falcão amparam suas argumentações no Código de Defesa do Consumidor e no combate à obesidade infantil. Um dos argumentos é de que a criança ?não completou sua formação crítica e não possui capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo e apelativo da promoção?


Questionados pelo jornal O Estado de S. Paulo, Bob?s, McDonald?s e Burger King afirmaram que cumprem a legislação vigente.

Fonte: Abrasel

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Qual a relação entre biblioteconomia e Gastronomia?








"A informação é a relação entre essas duas áreas distintas”.

Mas o que é biblioteconomia? E a gastronomia?

“Biblioteconomia é a ciência  que estuda os aspectos da representação, da sistematização, do uso e da disseminação da informação através de serviços e produtos  informacionais. Trata sobre a análise, planejamento, implementação, organização e a administração da informação em bibliotecas, bancos de dados, centros de documentação, sistemas de informação e sites, entre outros. O papel do profissional bibliotecário é de agente mediador entre a informação e quem a busca, de modo que o conhecimento chegue de forma rápida e satisfatória ao seu usuário.”



“A gastronomia é um ramo que abrange a culinária, as bebidas, os materiais usados na alimentação e, em geral, todos os aspectos culturais a ela associados. Um gastrônomo (gourmet, em francês) pode ser um(a) cozinheiro(a), mas pode igualmente ser uma pessoa que se preocupa com o refinamento da alimentação, incluindo não só a forma como os alimentos são preparados, mas também como são apresentados, por exemplo, o vestuário e a música ou dança que acompanham as refeições.”
Como graduanda em biblioteconomia vi a possibilidade inovar e criei um blog chamado bibliogastronomia que é voltada para informação gastronômica, pois a partir dele comecei a pesquisar sobre alguns temas como história dos alimentos, notícias, cursos e etc. No início não foi fácil porque as pessoas perguntavam o que tinha haver a minha graduação com a gastronomia e passei a fazer alguns questionamentos e vi que a informação gastronômica era a relação entre ambas.


O bibliotecário(a) é o agente mediador da informação ele pode pesquisar sobre os aspectos culturais de uma região através da culinária, procurando entender como eles comiam, quais os alimentos da região, que utensílios eram e são utilizados na cozinha, etc. Então, com esse exemplo as duas área se complementam com a informação registrada, oral e visual de um povo, de um país, de uma cidade e etc.
Pouco depois de criado outro blog, e como pesquisadora sentia a necessidade de saber como atuavam esses profissionais da cozinha; Será que só cozinhavam? Tinha tradição familiar? Esses questionamentos me levaram a criar o quadro “papo com chef” que são entrevistas feitas com vários profissionais da área. Com o tempo percebi que o quadro ficava escondido e criei um blog chamado papo com chef no qual daria mais ênfase nas entrevistas.
Como podem perceber que as duas áreas tem muito em comum, e diferentes em seu campo de atuação, pois, a palavra que se torna possível essa aproximação é a informação, seja ela registrada, oral ou visual.

Por Ingrid Abs




sábado, 15 de dezembro de 2012

As tendências da alimentação

                                     



Segundo as pesquisas do ITAL( Instituto de tecnologia dos alimentos), as recentes exigências e  tendências foi feito análise de relatórios agrupando essas tendências em 5 categorias:

1. Sensorialidade e Prazer
2. Saudabilidade e Bem-estar
3. Conveniência e Praticidade
4. Confiabilidade e Qualidade
5. Sustentabilidade e Ética

As tendências relacionadas à sensorialidade e prazer

Estão relacionadas com o aumento do nível de educação, informação e renda da população, entre outros fatores. Em vários países os consumidores estão valorizando as artes culinárias e as experiências gastronômicas, valorizando a socialização em torno da alimentação. Ganham em evidência os circuitos e os polos gastronômicos nas cidades. Entretanto, preocupam-se com a saúde e vão em busca da alimentação saudável e saborosa.
As tendências relacionadas à saudabilidade e bem-estar

Originam-se em fatores tais como o envelhecimento das populações, as descobertas científicas que vinculam determinadas dietas às doenças, bem como a renda e a vida nas grandes cidades, influenciando a busca de um estilo de vida mais saudável. O problema do excesso de peso e obesidade nas populações de vários países estimula os produtos para dietas, alimentos com redução ou eliminação de substâncias calóricas. Portanto, o segmento diet/light deve continuar sua tendência de crescimento, ao qual se está aliando uma nova categoria de produtos com ingredientes específicos para queimar calorias e saciar o apetite.

As tendências relacionadas à conveniência e praticidade

As tendências de “conveniência e praticidade” são motivadas, principalmente, pelo ritmo de vida nos centros urbanos e pelas mudanças verificadas na estrutura tradicional das famílias, fatores que estimulam a demanda por produtos que permitem a economia de tempo e esforço dos consumidores. Por isso cresce a demanda por refeições prontas e semi-prontas, alimentosde fácil preparo, embalagens de fácil abertura, fechamento e descarte, com destaque para produtos para o preparo em forno de micro-ondas, além de serviços e produtos de delivery. Para a alimentação fora do lar, cresce o consumo de produtos em pequenas porções (snacking, finger food), produtos embalados para consumo individual (mono doses), produtos adequados para comer em trânsito ou em diferentes lugares e situações. Entretanto, essas tendências convergem com as necessidades de saudabilidade e bem-estar, resultando no aumento da demanda de alimentos convenientes, tais como bebidas à base de frutas, snacks de vegetais, iogurtes etc.

As tendências relacionadas à confiabilidade e qualidade

Os consumidores mais conscientes e informados tendem a demandar produtos seguros e de qualidade atestada, valorizando a garantia de origem e os selos de qualidade, obtidos a partir de boas práticas de fabricação e controle de riscos. Nessa direção têm sido valorizadas características que são intrínsecas os produtos, tais como a rastreabilidade e a garantia de origem, os certificados de sistemas de gestão de qualidade e segurança, a rotulagem informativa e outras formas de comunicação que as empresas possam utilizar para demonstrar os atributos dos seus produtos. Estas e outras práticas contribuem para construir a credibilidade das marcas dos produtos e ganhar a confiança e a preferência dos consumidores.

As tendências relacionadas à sustentabilidade e ética

Além da exigência com a qualidade dos produtos e processos, as tendências de “sustentabilidade e ética” têm provocado o surgimento de consumidores preocupados com o meio ambiente e também interessados na possibilidade de contribuir para causas sociais ou auxiliar pequenas comunidades agrícolas por meio da compra de produtos alimentícios. Em relação à sustentabilidade ambiental, vários aspectos estão sendo valorizados nos produtos pelos consumidores de diversos países, tais como uma menor “pegada” de carbono (carbon footprint), baixo impacto ambiental, não estar associado a maus-tratos aos animais, ter rotulagem ambiental, ter embalagens recicláveis e recicladas etc. Sob o aspecto social, tem aumentado o interesse por produtos vinculados a causas sociais, com certificados de origem de sistema fairtrade, além da simpatia pelas empresas com programas avaliados e certificados de responsabilidade social.
                             
Texto retirado do link: http://www.insumos.com.br/aditivos_e_ingredientes/materias/211.pdf

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Curso do Mário Amorim em Maceió.

Chef Mário Amorim depois de uma longa data se especializando em São Paulo, se formou em gastronomia este ano na escola Unisantos, voltará a Maceió para ministrar 3 dias de curso, em 3 módulos individuais. O curso será em parceria com escola de gastronomia na Maurício de Nassau, no qual, o coordenador é Antônio Mendes.

Módulo 1 - Culinária Oriental - dia 26/01/2013 
Módulo 2 - Harumaki - dia 27/01/2013
Módulo 3- Lámen - dia 28/01/2013


Público - alvo - Alunos de gastronomia, restaurantes, curiosos.

Valores R$ - Culinária oriental - R$ 100,00 à vista.
                   Harumaki - R$ 100,00 à vista
                   Lámen - R$ 100,00 à vista
                   Promoção - os 3 módulos - R$ 270,00 à vista.

ou no link abaixo pelo cartão:

http://credencialeventos.com.br/v2/curso-de-culinaria-oriental

Obs: é cobrado uma taxa de 10% nesse sistema on-line e nas parcelas juros.




Não percam essa oportunidade de aprender.

                                              Por Ingrid Abs

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Negócio de vinho no Brasil - Dunamis Vinhos & Vinhedos




Dunamis
Em novembro de 2011 nascia a Dúnamis com o objetivo de promover momentos especiais, estimulando a cultura do vinho. Assim nossa história começa, com a elaboração e comercialização de vinhos finos e espumantes de qualidade e tipicidade, em perfeita harmonia com a natureza, agregando valor ao negócio e oferecendo o prazer da descoberta.

A filosofia da Dunamis

Emprego de produtos naturais

Sempre atentos à importância da conservação do meio ambiente e da nossa qualidade, utilizamos produtos naturais nos processos cotidianos da vinícola. Um bom exemplo é a substituição de alguns herbicidas por vinagre, que ajuda a controlar algumas ervas daninhas.

Redução no uso de agroquímicos

A preferência é pelo uso de agroquímicos aceitos em cultivos orgânicos e, mesmo assim, eles são utilizados de forma racional, com o auxílio do sistema “Thermal Pest Control”. Desse modo, conseguimos reduzir para 0%* os resíduos agroquímicos no vinho Dunamis SER safra 2010.

Preservação do equilíbrio ambiental

Procuramos preservar a biodiversidade em nossos vinhedos, respeitando a fauna e a flora locais. Neste contexto, a diversidade de micro-organismos, fungos e ervas naturais são mantidas, e contribui de maneira recíproca ajudando a evitar o ataque de insetos e de outras pragas ao nosso vinhedo.

Uso racional dos recursos hídricos

De maneira distinta, usamos menos água que em outros vinhedos - uma consequência direta da redução de agroquímicos. Assim, preservamos o lençol freático longe de contaminação e, com licença ambiental concedida, fazemos usufruto dessa água potável.

Redução no peso das garrafas         

À primeira vista, as garrafas dos vinhos Dunamis podem parecer simples demais. No entanto, um olhar preocupado com a natureza nota que elas são mais leves, ou seja, utilização de menos matéria-prima na produção e redução significativa das emissões de gases na atmosfera.

 Informações retiradas do site da Dunamis e do facebook.
Site:  http://www.dunamisvinhos.com.br/
Face: http://www.facebook.com/dunamisvinhos


Por Ingrid Abs