quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Registro do Sururu como Patrimônio Imaterial de Alagoas

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Doce de Cajú de Ipioca


O Doce de Caju constitui-se no produto final de uma extensa rede de relações da cultura imaterial característica da região do litoral alagoano e que é, portanto, passível, de ser inserido no livro de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas.
 
Os doces fazem parte da memória dos alagoanos, integrando sua história desde os tempos coloniais. Embora tenha surgido como herança dos colonizadores portugueses, em Alagoas o hábito de fazer doces foi favorecido pela fartura das frutas tropicais e do açúcar abundante nos engenhos, grande estímulo para a criação das saborosas iguarias que hoje compõem o cardápio tradicional das famílias.
 
O antigo povoado de Ipioca tem sua origem ligada ao processo de ocupação das terras litorâneas da região Norte do Estado e sua igrejinha secular, dedicada a Nossa Senhora do Ó, remonta ao século XVIII. Aos poucos o núcleo urbano se avoluma, ocupando os morros, criando ruas e vielas sinuosas, marcadas pelo casario singelo.
  
A cultura do açúcar, através dos engenhos, e do algodão, através de fábricas têxteis, foi marcante na região e beneficiou Ipioca, cuja dinâmica econômica dependia da mesma, ao gerar emprego e renda para a população. Com a decadência de tais produções, as pessoas buscaram explorar outros tipos de atividades, dirigindo seus esforços para a cultura do coco e a piscicultura.
 
Diante da grande quantidade de cajueiros existentes naquela área, as mulheres desenvolveram o doce de caju artesanal, tornando-o uma atração local para moradores da região e turistas.
 
Segundo informações orais, a fatura desse quitute remonta a cerca de 100 anos atrás e as pessoas mais antigas dizem ter aprendido com as avós. Algumas famílias de baixa renda, moradoras de Ipioca mantém viva a memória dos seus antepassados através da preservação da tradição. Em volta da atividade se congregam não apenas as mulheres, mas, também, maridos, dispostos a participar do processo e garantir auxílio para a sobrevivência material do grupo familiar.
 
A safra de caju ocorre entre os meses de outubro e dezembro e nessa época se dá a coleta dos frutos, os quais são lavados, furados, espremidos e separados de acordo com o tipo de doce que vai ser feito. O modo de fazer é artesanal, com utensílios simples como tachos de cobre ou de alumínio, colheres de pau, peneiras de palha vegetal (urupemas) e fogão a lenha.
 
O caju se oferece a várias formas de fazer o doce: em calda, cristalizado e do tipo ameixa. Além disso, é aproveitada, também, a sua castanha que, caramelizada com açúcar, se transforma em “castanha confeitada”.  
 
Tal variedade é apreciada pelos compradores que se dirigem às bancas improvisadas distribuídas ao longo da estrada AL 101 Norte, nas proximidades de Ipioca. Sobre tabuleiros são colocados os recipientes contendo os doces.
  
A falta de valorização do produto e o pouco retorno comercial relativo às vendas, não tem atraído os jovens para este tipo de atividade profissional. Como conseqüência, eles não são estimulados a manter a tradição familiar da fabricação dos doces.
 
Com o Registro, espera-se que sejam tomadas as devidas iniciativas para salvaguarda e repasse do conhecimento junto à população detentora do bem, o povo de Ipioca. O “saber-fazer” do doce deverá ser preservado, divulgado e valorizado de modo a manter-se na história, não permitindo seu desaparecimento, nem negando às próximas gerações o deleite que o seu sabor proporciona ao paladar.
Ações 

Camarão Alagoano – Bar das Ostras





A receita do ‘Camarão Alagoano – Bar das Ostras’ foi o primeiro bem registrado em Alagoas por meio da resolução do Conselho Estadual de Cultura de 09 de Abril de 2013. O pedido de registro foi encaminhado a Secretaria de Cultura em virtude das insubstituíveis lembranças que o sabor dessa receita deixou na memória daqueles que tiveram a oportunidade de prová-la no antigo Bar das Ostras, que teve sua primeira sede no bairro do Vergel do Lago ainda nos anos 50.
O Bar de propriedade de Dona Oscarlina e Seu Pedro (pecador da lagoa Mundaú e comerciante de peixes e crustáceos no bairro da Levada), mudou de endereço três vezes, tendo fechado as portas de sua última sede no bairro de Jatiúca em 2002. Ao longo desses anos a fama da receita se expandiu, o sabor conservou-se inalterado e a receita se manteve em segredo.  
Seu Registro como Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas teve como objetivo, portanto, valorizar as referências culturais, os saberes, a história e a memória ligadas à tradição gastronômica do Estado, fortemente relacionada ao ecossistema das lagoas, as técnicas de manuseio e tratamento de pescados e crustáceos, bem como a produção artesanal de ingredientes, tais como a manteiga produzida nos municípios de Major Izidoro e Batalha, insubstituíveis no preparo desse particular jeito de se fazer camarão. O Registro apóia-se também nos relatos históricos que confirmam ser o Bar das Ostras uma referência gastronômica de Alagoas, tendo sido ponto de encontro da elite política e intelectual do Estado, durante o longo período que compreende os anos de 1950 a 2002.
Após registrada, a receita do  ‘Camarão Alagoano – Bar das Ostras’ passa a ser alvo de ações de salvaguarda, que tenham por objetivo estimular sua divulgação, preparo e preservação das condições que tornam possível o acesso aos seus especiais ingredientes.  Estas iniciativas visam ainda fortalecer o reconhecimento dessa receita como bem cultural imaterial de Alagoas: sabor a ser preparado e provado por todo alagoano!
A Receita
INGREDIENTES:
 01 Kg de camarão vila franca
01 tomate
½ cebola
1/3 de pimentão verde
01 colher de vinagre Pimentão ou Tomatão
½ limão
02 colheres de azeite de oliva
600g de manteiga artesanal de Batalha ou Major Izidoro
1/3 de maço de coentro
02 colheres de extrato de tomate concentrado

MODO DE PREPARO:
 Colocar em água fervente os camarões, deixar por 10 minutos. Em seguida retirar os camarões da água fervente e colocá-los em água fria e descascar.
Após limpar os camarões, colocá-los novamente na água com um pouco de sal, deixar ferver por uns 5 minutos. Esfriar e reservar. Colocar no liquidificador o tomate, a cebola, o pimentão, o coentro, vinagre e extrato de tomate. Em seguida, colocar o molho liquidificado numa panela, leve ao fogo, acrescentando o azeite, limão, deixe cozinhar por 10 minutos, sem reduzir o volume. Mexendo sempre. Coloque a metade da manteiga, os camarões, continue mexendo, acrescente o resto da manteiga, deixando ferver por minuto em fogo baixo.
RENDIMENTO: 2 porçoes

Farofa 
INGREDIENTES:
01 cebola grande cortada em rodelas
1/3 xícara de óleo
1/3
Xícara de extrato de tomate concentrado
200g de manteiga artesanal
01 ½ kg de farinha de mandioca quebradinha
01 colher de sopa de colorau
Sal a gosto

MODO DE PREPARO:
Em uma panela colocar o óleo e a cebola, até que fique transparente. Acrescente a manteiga , o extrato de tomate e o colorau, mexer até dissolver. Aos poucos colocar farinha misturando com a colher. Provar e acertar a quantidade de sal.
RENDIMENTO: 4 porções


domingo, 7 de dezembro de 2014

GASTRÔCULTURA: A Gastronomia é uma Ação Cultural




A culinária ao longo do tempo passou por diversas transformações e então necessário identificar, documentar, investigar, preservar, proteger, promover, valorizar e transmitir a cultura.   E o registro permite a continuidade de suas transformações históricas de uma geração para outra.
 


As cozinhas estão em permanentes transformações. As culturas alimentares, sejam quais forem os tempos e espaços, estão postas em situações de confrontos que podem levar a certas rupturas, diante da implementação de novas técnicas, de novas formas de consumo, da introdução de novos produtos e do encontro e fusão dos mesmos, a partir da inovação e da criatividade. Estas novas transformações da cozinha acabam sendo absorvidas ou “digeridas” pela tradição, que em patamares seguintes cria novos modelos, adaptadas aos modelos convencionais precedentes. Nesse sentido, a ruptura ao provocar certa revolução culinária traz em seu bojo os traços de novo modelo de transição, ainda que marcados pelo convencional e pelo tradicional. (Carlos Roberto Antunes dos Santos)




A Gastronomia é uma Ação Cultural que resgata, registra e cria costumes, hábitos e aptidões humanas.

MOVIMENTO PARA O FORTALECIMENTO DA GASTRONOMIA BRASILEIRA COMO INSTRUMENTO DE RESGATE, REGISTRO E CRIAÇÃO DE AÇÕES CULTURAIS.
Participe desse movimento!



VAMOS CURTIR A PÁGINA E DISSEMINAR A CULTURA GASTRONÔMICA.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Querosene Gastrobar - Recife Pernambuco








O Antigo Othelo Bistrô passa a ter o nome nome de QUEROSENE GASTROBAR  que é um empreendimento que une alta gastronomia ao ambiente descontraído de um bar.  O forte da casa para petiscar vai ser PAU DE JUREMA (Escondidinho de charque, com molho bechamel, banana frita, queijo mussarela e parmesão gratinado), além de caldinhos e outras iguarias de especial sabor. Para beber, drinques da casa e uma carta de cervejas com variados rótulos. O Gastrobar é uma casa inovadora e terra como serviço o Terraço cultural com Sarau, Musica ao vivo, Mostra de Arte, Performance.

Tudo isso e muito mais, aceitamos reservas para os encontros de final de ano nas festividades do amigo secreto.



FONE: 055 (81) 3267-9044 (Reserva de mesas para o dia 12/12, Sexta - feira). E para os saudosistas, uma radiola de ficha com musicas selecionadas.


Ambiente interno:




quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Ruy Barbosa | DeVry realiza Feira Gastronômica




Feira Gastronômica com o tema "Gastronomia: do tradicional às novas tecnologias" acontecerá de 24 a 28 de novembro na Ruy Barbosa | DeVry, campus Rio Vermelho e destina-se a alunos de escolas e instituições de ensino localizadas na cidade de Salvador-BA, como também profissionais da área, portadores ou não de diploma.

Local e Data: Campus Rio Vermelho, de 24 a 28 de novembro.
Inscrições para aula-show: Clique aqui
As inscrições para as palestras serão realizadas pelo telefone: 3205 1700 ramal: 1829
Entrada: palestras - 2kg de alimentos / aula-show - R$10 por participante.

O projeto tem como foco valorizar a cultura gastronômica e proporcionar aos participantes a oportunidade de conhecer os sabores da gastronomia nacional e internacional. Para isto, serão ofertadas aulas show ministradas por especialistas da área e palestras que contemplarão temas atuais do cenário gastronômico.

A Feira contará ainda com a participação de stands destinados a empresas, além de editoras, que proporcionarão o contato dos participantes com temas de alta relevância direcionados à área, ações estas que visam à divulgação da Instituição, além de permitir o máximo aproveitamento do evento pelos integrantes através da possibilidade de criação de opiniões e da formação de ideias e impressões sobre o mundo fascinante da gastronomia.

Mais informações consulte o PDF 

Público-alvo:

· Alunos de escolas secundaristas
· Alunos do curso de Tecnologia em Gastronomia
· Alunos do curso de Hotelaria
· Alunos do curso de Nutrição
· Alunos de Cursos de Pós-Graduação
· Profissionais que já participam do mercado de trabalho, mas não portam diploma.
· Profissionais que já possuem diploma.

Link  PDF: http://favip.edu.br/arquivos/Feiragastronomica.pdf

Fonte: http://www.frb.edu.br/acontece/ruy-barbosa-%7C-devry-realiza-feira-gastronomica/3741

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

II Mercado de garagem - Slow Food Convivium - Mato Grosso do Sul




O II Mercado é uma ação do nosso convivium slow food. Este mercado tem a função de difundir o ideal slow food em defesa do alimento bom justo e limpo, o grupo tem só dois anos, mas, estamos empenhados na divulgação de produtos da agricultura familiar e no resgate da nossa cultura gastronômica de MS em 2014 conseguimos incluir numa lista mundial de preservação de produtos e alimentos em extinção a Bocaiuva e implementar este mercado. Apresentamos o nosso "baru tropeiro" na Semana Mesa Tendência em SP onde um produtor do MS de queijo de cabra foi galardoado com a medalha de prata entre os 135 melhores queijos artesanais de queijo cru do Brasil.

Estamos em festa!!!!  O estado do Mato Grosso do Sul  em seu melhor momento em conseguir um lugar de destaque na gastronomia brasileira.

Por Cláudia Girelli

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A nova versão do Guia Alimentar para a População Brasileira está disponível na biblioteca da RedeNutri!





O Ministério da Saúde lançou hoje, na 263ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), a nova edição do Guia Alimentar para a População Brasileira. O Guia Alimentar, produzido pelo Ministério da Saúde em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo e com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, substitui a versão anterior de 2006. 
Baseado nas mais recentes evidências científicas e contando com a participação de pesquisadores e técnicos expertises no assunto, bem como contribuição dos diversos atores sociais através de oficinas e consulta pública, a nova edição do Guia o apresenta como um instrumento de educação alimentar e nutricional, abordando os princípios e as recomendações de alimentação adequada e saudável para a população brasileira por meio de um conjunto de informações, análises e recomendações sobre escolha, preparo e consumo de alimentos. 
O Guia tem como objetivo apoiar os indivíduos para escolhas alimentares adequadas e saudáveis. Redigido em linguagem que procura ser acessível a todos, o Guia Alimentar se dirige às pessoas e às famílias diretamente, e também a profissionais de saúde, educadores, agentes comunitários e outros trabalhadores cujo ofício envolve a promoção da saúde da população. Almeja-se que ele seja utilizado nas casas das pessoas, nas unidades de saúde, nas escolas e em todo e qualquer lugar onde atividades de promoção da saúde tenham lugar, como centros comunitários e centros de referência de assistência social.  
Levando em conta o impacto de alimentos e produtos alimentícios sobre a qualidade da alimentação, o Guia Alimentar faz quatro recomendações centrais visando a uma alimentação saudável:  
• Faça de alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantementede origem vegetal, a base de sua alimentação.
• Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias. 
• Limite o uso de alimentos processados, consumindo-os, em pequenas quantidades, como ingredientes de preparações culinárias ou como parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados. 
• Evite alimentos ultraprocessados. 
• A regra de ouro que facilita o atendimento das quatro recomendações é simples e prática: prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.  
Conheça os novos “Dez Passos para uma Alimentação Adequada e Saudável”, que resumem as recomendações do Guia:
1. Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação;
2. Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias;
3.  Limitar o consumo de alimentos processados;
4.  Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados;
5. Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia;
6. Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados;
7.  Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias;
8.  Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece;
9. Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora; e
10. Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.  

Fonte: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-read_article.php?articleId=1537

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Indicação dos chefs Alagoanos




INDICAÇÃO DOS INTERNAUTAS!

Para o internauta indicar é necessário deixar escrito no post do estado de Alagoas a seguinte frase: O MEU INDICADO PARA O ESTADO DE ALAGOAS É O CHEF (NOME DO CHEF).

ATENÇÃO: para que a indicação seja válida o internauta precisa curtir a página oficial, no Facebook, do PRÊMIO NACIONAL DÓLMÃ (www.facebook.com/premionacionaldolma), curtir e compartilhar o post do estado que está indicando o Chef e seguir as REGRAS DE VALIDAÇÃO DAS INDICAÇÕES que segue abaixo.

REGRAS DE VALIDAÇÃO DAS INDICAÇÕES:

- Todos os Chefs indicados deverão ter perfis ou páginas no Facebook. 

- Os Chefs indicados precisam residir no estado independente da naturalidade ou da nacionalidade;

- Os Chefs premiados com o DÓLMÃ 2014, não poderão ser indicados, pois eles também fazem parte do processo de indicações para o DÓLMÃ 2015:

PREMIADOS DÓLMÃ – 2014

NACIONAL: 
Chef Cesar Santos

ESTADUAL:
Alagoas: Chef Lucas Padilha
Amapá: Chef Dom Garcia
Amazonas: Chef Paulo Fortunato
Bahia: Chef Tereza Paim
Ceará: Chef Bernard Twardy
Distrito Federal: Chef Sandra Degraf
Goiás: Chef Marcia Pinchemel
Mato Grosso: Chef Ariani Malouf 
Mato Grosso do Sul: Chef Magna Magda Moraes
Maranhão: Chef Nicolas Navez 
Minas Gerais:Chef Paula Cardoso
Paraná: Chef Alessandro Dirienzo
Paraíba: Chef Adeilton Meira Bezerra
Pernambuco: Chef Leandro Ricardo
Rio de Janeiro: Chef Ana Ribeiro Ribeiro
Rio Grande do Sul: Chef Xavier Gamez Montoya
Rio Grande do Norte: Chef Daniel Simplício
São Paulo: Chef Cássio Prados
Santa Catarina: Chef Helton Costa

- Cada internauta, com perfil real de pessoa física, poderá indicar apenas um Chef por ESTADO. Se houver mais de uma indicação em um post do mesmo internauta, será considerada somente a primeira indicação. 

- Só serão consideradas as indicações em que os internautas cumprirem todos os procedimentos para a validação.

- O Chef com o maior número de indicações será o escolhido para ocupar uma das três vagas de indicações ao PRÊMIO NACIONAL DÓLMÃ 2015 na categoria estadual.

- As indicações poderão ser realizadas até o dia 31 de dezembro de 2014.

A COMISSÃO ORGANIZADORA DEIXA CLARO QUE QUALQUER TIPO DE COMENTÁRIO QUE FUJA A FILOSOFIA DO PROCESSO DE INDICAÇÃO DO INTERNAUTA, PODERÁ SER EXCLUÍDO SEM AVISO PRÉVIO.

REALIZAÇÃO:

Grupo Conforto Gastronomico
www.facebook.com/grupoconfortogastronomico

CO-REALIZAÇÃO:

Comitê Permanente da Gastronomia Brasileira – CPGB
www.facebook.com/cpgbr

APOIO:

RIO SOL
www.facebook.com/vinhosriosol

DAM – Roupas Profissionais 
www.facebook.com/dam.roupasprofissionais
www.damroupas.com.br

Fonte: http://premionacionaldolma.blogspot.com.br/2014/10/indicacao-dos-chefs-do-estado-de-alagoas.html
 
 

MODAGASTRÔ
www.facebook.com/modagastro

COMPETÊNCIA PROFISSIONAL – CURSOS E PALESTRAS
www.facebook.com/competenciaprofissional

CAMPANHA SOCIAL:

Leucemia Zero no Brasil e no Mundo
www.facebook.com/leucemiazeronobrasiloficial

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Projeto Aroeira - Pimenta Rosa






Projeto Aroeira, desenvolvido pelo Instituto Eco Engenho, criou um modelo de gestão sustentável para a cadeia produtiva extrativista da pimenta rosa na região do Baixo São Francisco, entre Alagoas e Sergipe.

Sob o patrocínio do Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania 2010, o Projeto Aroeira uniu os extrativistas da região, formando a Associação Aroeira, e oferecendo cursos de capacitação, desde à coleta, até o beneficiamento da pimenta rosa.

O objetivo do Projeto é transformar a vida dos extrativistas, através da geração de renda, pela comercialização de produtos de alto valor agregado, expandindo oportunidades de trabalho e reduzindo as desigualdades sociais.


Pimenta Rosa - especiaria que agrega valor no Baixo São Francisco


 Fonte: Eco Engenho

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Lançamento da Empresa AH Produção e Sabor




Recife ganha mais um empreendimento gastronômico inovador e a empreitada segue a tendência na área de economia criativa e formula projetos nos segmentos da gastronomia e artes, os proprietários da empresa são Andrea Hunka e Charles Vieira de Melo. O mercado de alimentos precisa de novas experiências que venham somar sensações e o gosto por novos sabores. A estreia do negócio será com exposição da paulista Elisa Lobo no dia 23 de Outubro, no MAC.




Produção e Sabor


A arte e a gastronomia um novo conceito que vem para ficar e agregar valores.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

JANTAR A QUATRO MÃOS COM ANA RIBEIRO (RJ) E ANDREA HUNKA (PE) - Na capital Pernambucana - Recife.




Que tal um jantar especial na próxima segunda-feira?! 

Uma experiência gastronômica especialmente executada para despertar seus sentidos e aguçar seu paladar?! 
É isso que se propõe o “Jantar a Quatro Mãos” da chef Andrea Hunka (PE). Neste encontro ela convida a chef Ana Ribeiro (RJ) para executar um menu surpreendent
e e delicioso.

A primeira edição acontece dia 25 de agosto às 20:00 na Mooo Hamburgueria Gourmet e Saladaria.

E vocês não podem perder!

Quer saber o que te espera? Espia só o cardápio:

- Entrada quente: Pedras de Taperoá (croquete de queijo de cabra maturado com mix de folhas e brotos; acrescidos de geleia de amburana);

- Prato principal: Vitela à Araçuaí (vitela ao café orgânico descansa num confit de abacaxi, com molho de ervas selvagens);

- Sobremesa: Proteções de Ônix (sorvete de coco e mini bolo Souza Leão namoram na caminha de fava Tonka e priprioca, ornado com pó de mastruz e calda de Maria Preta).

Harmonização: RioSol

Menu completo por pessoa R$ 150

Reservas: RSVP (whatsapp) - (81) 9127 0260 e (81) 9711 5644

Apoio:
- Mooo Hamburgueria Gourmet
- RioSol
- Empório Funcional
- Latícinios Grupiara.

Endereço: Av.Engenheiro Domingos Ferreira, 4236 - Boa Viagem, vindo pela Domingos Ferreira, faixa da direita, após Restaurante Dom Ferreira Forneria, primeira rua à direita.


Fonte: https://www.facebook.com/events/626812674101394/627164900732838/?notif_t=plan_mall_activity

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Gastronomia Brasileira - cultura das regiões brasileiras

Ao longo de mais de 500 anos de história, a culinária brasileira é resultante de uma grande mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não só pela população nativa indígena como por todas as correntes de imigração que ocorreram no período. Cada região do país tem sua peculiaridade gastronômica e sua culinária adaptada ao clima e à geografia. Além disso, o próprio descobrimento do Brasil remete à culinária, já que as caravelas portuguesas desembarcaram aqui em 1500 enquanto navegavam em busca das Índias e suas especiarias. Devido às diferenças de clima, relevo, tipo de solo e de vegetação, e povos habitando uma mesma região, é muito difícil estabelecer um prato típico brasileiro. A unanimidade nacional é, talvez, o arroz e o feijão, cujo preparo varia conforme a região. No entanto, a mistura de dois ingredientes tão comuns na mesa do brasileiro, apesar de característica, ainda não é suficiente para resumir toda a complexidade e a riqueza da culinária nacional.

Região Norte


Influências: A forte presença indígena mesclada com a imigração européia diferencia a gastronomia do Norte de qualquer outra encontrada no país. É considerada por muitos o maior exemplo de culinária tipicamente nacional. Apesar de suas raízes amazônicas, a cozinha regional sofreu influência forte de imigrantes portugueses, logo no início da colonização. Depois, com o ciclo da borracha, outros povos chegaram e deixaram seus traços na culinária, como é o caso de libaneses, japoneses, italianos e até mesmo os próprios nordestinos que migraram para a região nesse mesmo período.

Principais ingredientes: mandioca, cupuaçu, açaí, pirarucu, urucum (açafrão brasileiro), jambu, guaraná, tucunaré, castanha do Pará.
Pratos típicos: Pato no Tucupi, Caruru, Tacacá, Maniçoba.


Região Nordeste


Influências: A diversidade climática (tropical na costa e semi-árido no interior) tem reflexos diretos na culinária nordestina. Desde o litoral de Pernambuco até o da Bahia, a presença africana se nota mais forte devido aos resquícios da escravidão durante o ciclo da cana. Já em Alagoas, os frutos do mar são mais recorrentes devido às suas diversas lagoas costeiras. No Maranhão, a influência portuguesa é ainda mais forte que nos demais estados da região, e o consumo de temperos picantes, muito comum no litoral, é menor. No sertão nordestino, o próprio clima favorece o consumo de carnes, sobretudo a carne-de-sol e os pratos feitos com raízes. A culinária das comemorações juninas também é típica do interior.

Principais ingredientes: Azeite de dendê, mandioca, leite de coco, gengibre, milho, graviola, camarão, caranguejo.
Pratos típicos: Acarajé, vatapá, caranguejada, buchada, paçoca, tapioca, sarapatel, cuscuz, cocada.


Região Centro-Oeste


Influências: A culinária da região é altamente influenciada pela pecuária, uma das principais atividades econômicas do território, daí a grande preferência da população do Centro-Oeste por carnes bovina, caprina e suína. Os ciclos de imigração também trouxeram a culinária africana, portuguesa, italiana e síria. E a forte presença indígena liderou a preferência regional por raízes. Ao norte do estado, a proximidade com o Pará refletiu diretamente no preparo de alguns pratos, principalmente os que são feitos com carne-de-sol e pequi. O Mato Grosso do Sul, no entanto, sofreu forte influência da culinária latino-americana, sobretudo nos ensopados de peixe. Devido à diversidade da fauna pantaneira, carnes exóticas e peixes típicos da região, como o Pacu, o Pintado e o Dourado também fazem parte do cardápio local.

Principais ingredientes: Pequi, mandioca, carne seca, erva-mate, milho
Pratos típicos: Arroz com pequi, picadinho com quiabo, sopa paraguaia, empadão goiano, caldo de piranha, vaca atolada.


Região Sudeste


Influências: Até o século XIX, a cozinha do Sudeste era essencialmente influenciada pelas origens portuguesas, indígenas e africanas. Alimentos simples, como raízes, carnes, grãos e vegetais foram disseminados por todo o território do Sudeste, o que fez com que a gastronomia de cada estado se tornasse bastante similar em ingredientes e no preparo dos alimentos. A exceção é a culinária capixaba que, por sua proximidade com o Nordeste e grande área litorânea, tem uma forte presença de peixes e frutos do mar nos pratos do dia-a-dia. Após a chegada de imigrantes japoneses, libaneses, sírios, italianos e espanhóis, a diversidade gastronômica, sobretudo em São Paulo, aumentou. No estado, a culinária internacional mais integrada com a culinária típica paulista é a italiana.

Principais ingredientes: arroz, feijão, ovo, carnes, massas, palmito, mandioca, banana, batatas, polvilho
Pratos típicos: Tutu de feijão, virado à paulista, moqueca capixaba, feijoada, picadinho paulista, pão de queijo.


Região Sul


Influências: A mistura étnica ocorrida na região Sul resultou em uma culinária completamente diferente do resto do país, com a presença ainda mais forte da cozinha italiana, alemã, além das já presentes portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Para catequizar os índios da região na época da colonização, os padres jesuítas introduziram a criação de gado e deixaram o rebanho sob a responsabilidade dos nativos. Com a chegada dos tropeiros paulistas e mineiros, que escravizaram os índios, o gado permaneceu solto pelos campos e se espalhou pelo sul do território, pois não havia predadores. Daí a abundância de pastos e a tradição do churrasco gaúcho. Com a chegada dos italianos, as massas, a polenta e o frango foram integradas ao hábito alimentar regional. Já a influência alemã, ficou restrita às colônias no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O Paraná, apesar da forte influência italiana, conta com uma presença também significativa da culinária indígena, sobretudo com raízes e grãos.

Principais ingredientes: carne bovina e ovina, farinha de milho, erva-mate
Pratos típicos: Barreado, churrasco, galeto, sopa de capeletti, arroz carreteiro, sopa catarinense

Fonte: http://gastronomianobrasil.com.br/gastronomia-brasileira-cultura-nacional/